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” To temperance . . . in moderation. “
6
Jul
Imaginem um sistema geral de
auto-avaliação em que os alunos
não mais estudariam para as provas,
mas estudariam para ser úteis na vida”
Damos notas a hotéis, a videogames e a tipos de café. Mas faz sentido dar notas a seres humanos como fazem as escolas e nossas universidades? Ninguém dá a Beethoven ou à Quinta Sinfonia uma nota como 6.8, por exemplo.
O que significa dar uma “nota” a um ser humano? Que naquele momento da prova, ele sabia x% de tudo o que os professores gostariam que ele soubesse da matéria. Mas saber “algo” significa alguma coisa hoje em dia? Significa que você criará “algo” no futuro? Que você será capaz de resolver os inúmeros problemas que terá na vida? Que será capaz de resolver os problemas desta nação?
Ilustração Atômica Studio
É possível medir a capacidade criativa de um aluno? Quantos alunos tiraram nota zero justamente porque foram criativos ou criativos demais? Por isso, não damos notas a Beethoven nem a Picasso, não há como medir criatividade.
Muitos vão argumentar que o problema é somente aperfeiçoar e melhorar o sistema de notas, que obviamente não é perfeito e as suas falhas precisam ser corrigidas.
Mas e se, em vez disso, abolíssemos o conceito de notas? Na vida real, ninguém nos dará notas a cada prova ou semestre. Você só perceberá que não está sendo promovido, que as pessoas não retornam mais seus telefonemas ou que você não está mais agradando.
Aliás, saber se você está agradando ou não é justamente uma competência que todo mundo deveria aprender para poder ter um mínimo de desconfiômetro. Ou seja, deveríamos ensinar a auto-avaliação. Com os alunos se auto-avaliando, dar notas seria contraproducente. Não ensinamos a técnica de auto-avaliação, tanto é que inúmeros profissionais não estão agradando nem um pouco como professores e, mesmo assim, se acham no direito de dar notas a um aluno.
O sistema de “dar” notas está tão enraizado no nosso sistema educacional que nem percebemos mais suas nefastas conseqüências. Muitos alunos estudam para tirar boas “notas”, não para aprender o que é importante na vida. Depois de formados, entram em depressão pois não entendem por que não arrumam um emprego apesar de terem tido excelentes “notas” na faculdade. Foram enganados e induzidos a pensar que o objetivo da educação é passar de ano, tirar nota 5 ou 7, o mínimo necessário.
Ninguém estuda mais pelo amor ao estudo, mas pelas cenouras que colocamos na sua frente. Ou seja, as “notas” de fim de ano. Educamos pelo método da pressão e punição. Quando adultos, esses jovens continuarão no mesmo padrão. Só trabalharão pelo salário, não pela profissão.
Se o seu filho não quer estudar, não o force. Simplesmente corte a mesada e o obrigue a trabalhar. Ele logo descobrirá que só sabe ser garçom ou porteiro de fábrica. Depois de dois anos no batente ele terá uma enorme vontade de estudar. Não para obter notas boas, mas para ter uma boa profissão.
Robert M. Pirsig, o autor do livro Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas, testou essa idéia em sala de aula e, para sua surpresa, os alunos que mais reclamaram foram os do fundão. São os piores alunos que querem notas e provas de fim de ano. Os melhores alunos já sabem que passaram de ano, muitos nem se dão ao trabalho de buscar o diploma.
Sem notas, os piores alunos seriam obrigados a estudar, não poderiam mais colar nas provas e se auto-enganar. Provas não provam nada, o desempenho futuro na vida é que é o teste final.
Imaginem um sistema geral de auto-avaliação em que os alunos não mais estudariam para as provas, mas estudariam para ser úteis na vida. Imaginem um sistema educacional em que a maioria dos alunos não esqueceria tudo o que aprendeu no 1º ano, mas, pelo contrário, se lembraria de tudo o que é necessário para sempre.
Criaríamos um sistema educacional em que o aluno descobriria que não é o professor que tem de dar notas, é o próprio aluno. Todo mês, todo dia, todo semestre, pelo resto de sua vida.
Stephen Kanitz é administrador por Harvard
(www.kanitz.com.br)
Fonte: http://veja.abril.com.br/100506/ponto_de_vista.html
12
Jun
Ta dificil.
Três garotas que passaram a noite de terça-feira com o jogador em suíte de um luxuoso hotel o fotografaram nu em momentos de intimidade e repassaram as fotos para um paparazzo, que já está negociando a venda das imagens às agências internacionais. Ronaldo, que há pouco mais de um mês se envolveu em um escândalo com três travestis em um motel da cidade, recentemente chegou a declarar que planeja subir ao altar com a namorada, a modelo Bia Antony, que está grávida de poucos meses. Ele já é pai de Ronald, de 8 anos, fruto de sua união com a também jogadora de futebol Milene Domingues.
Nossa senhora! pior que ainda o paparazzo ainda vende por milhoes.

Fonte:http://caras.ig.com.br/




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May
E eu ainda nao acreditava nisso… veja as fotos dos indios.
Ana Luisa Bartholomeu
Em São Paulo
Uma expedição aérea realizada pela Frente de Proteção Etnoambiental da Funai (Fundação Nacional do Índio) na divisa do Estado do Acre com o Peru conseguiu fotografar pela primeira vez um dos quatro povos indígenas distintos que vivem isolados naquela região. Essas tribos possivelmente nunca tiveram contato com a civilização.
De acordo com o coordenador do grupo, o sertanista José Carlos dos Reis Meirelles Júnior, a existência desses povos já é conhecida desde 1910, por meio de registros escritos, mas as 1.200 fotos tiradas na expedição deste mês são o primeiro registro de imagem dessas etnias.
* Funai/AP
Malocas de tribo foram localizadas na divisa do Acre com o Peru
* Funai/AP
Expedição da Funai foi recebida
com flechas por índios isolados
* Saiba mais sobre índios isolados
Para visualizar as malocas, foram necessárias 20 horas de vôo na região do rio Envira, que nasce no Peru e atravessa o Acre. “As coordenadas geográficas eu não digo por nada, nem para a Funai. Não queremos que a civilização chegue até lá”, disse Meirelles em entrevista ao UOL, por telefone.
Ao avistarem os intrusos, os índios atiraram flechas contra o avião, e as mulheres e crianças se esconderam, segundo Meirelles. “Posso dizer que fiquei feliz com a ‘recepção’. Enquanto está assim, entendemos que está tudo bem. Demonstra que não são civilizados mesmo, e é isso que queremos conservar”, explicou o sertanista.
De acordo com Meirelles, os índios vestiam apenas uma cinta de algodão, cobrindo os órgãos genitais, e tinham o corpo pintado de urucum (vermelho). “Vimos que eles plantam batata, banana, algodão e mandioca”, afirmou Meirelles.
O sertanista, que vive e trabalha na região há mais de 20 anos, disse ter ficado satisfeito ao ver que a população dessas etnias isoladas aumentou. “Esses índios têm sido mortos desde o início da exploração da borracha na região. Ficamos surpresos ao ver mais malocas do que de outras vezes. É sinal de que nosso trabalho tem surtido efeito.”
O objetivo de divulgar as fotos, segundo Meirelles, é o de pressionar os governos do Peru e do Brasil para que desenvolvam uma política de conservação para a área, que vem sofrendo com a exploração da madeira.
“Queremos alertar a sociedade e o governo para a violência contra esses índios. Infelizmente, a sobrevivência deles depende de nós agora”, completou.
Fonte: noticias.uol.com.br
28
May

Esse foi o relato de um amigo (Rossam) sobre o produto Claro 3G:
“Imaginem a cena: você esta’ parado num sinal, dirigindo num Astrinha
Flex Hatch 3P (o modelo mais leve deles, 1150Kg, e com os mesmo 128cv
das outras versões). Ai’ chega um playboy num Golf 1.6 do modelo novo.
O playboy chama pro pau, pista livre na frente, ai’ você pensa: “Coitado,
esse merda não vai dar nem pro começo… meu carro pesa 60Kg a menos e
ainda tenho 25cv (24.3%) e 5Kgf.m (34.2%) a mais! Vai ser um massacre
humilhante!!! Quem ele pensa que e’???” O sinal abre e vc leva um cacete
colossal da porra do Golf, o bicho pula na frente e vai embora…
“PUTA QUE O PARIU, que merda foi essa??? Aquela porra nao ta’ original,
não tem como, ta’ mexido aquele carro, TA MEXIDO!!!”
Foi assim que me senti ainda agora, so’ que em vez do Golf foi o Linux
(Ubuntu/amd64 8.0.4), e no lugar do Astra o FreeBSD 7.0… e o cacete foi na
velocidade do Claro 3G. Depois que um amigo relatou taxas de quase o dobro
do que eu tinha conseguido na media (tanto no FreeBSD quanto no Windows),
resolvi instalar o Ubuntu numa partição livre da minha maquina de casa pra tirar
a prova dos nove. Impressionante, fiz um apt-get upgrade de 233MB em 42
minutos! Media de 92,42KB/s ou 740Kbps!!!! Deu pico de 144KB/s, que não
consegui pegar o screenshot, mas tem screenshot aih de 135KB/s. Assim não
da’, assim não pode!!!
Na maior, se nao fosse eu que tivesse visto isso, nao acreditaria nem
fudendo. Parece conversa de pescador mesmo. Vou testar o FreeBSD/amd64
pra tirar a prova… vai que o segredo e’ que esse modem funciona absurdamente
bem a 64bits…”
Depois descobri este blog:
http://claroquenaofunciona.blogspot.com/
Uma descricao da criadora:
“Priscilla, uma consumidora MUITO insatisfeita
Recife, Pernambuco
Comprou o plano de banda larga 3G da Claro? Não está satisfeito? Não agüenta mais ligar para o 1052? O seu problema com a instabilidade da conexão nunca é resolvido? Nenhum atendente esclarece descentemente o porquê o seu problema? Bem vindo a Claro que NÃO funciona. Também está com problemas com a conexão 3G da Claro? Mande um e-mail para claroquenaofunciona@gmail.com contando a sua história. Conhece alguém que está com problema? Envie o link do blog. Já que não podemos cancelar o plano, vamos protestar! Exigir que o serviço que estamos pagando funcione. Vamos fazer valer os nossos direitos como consumidores. ”
Depois de testar constatei, CLARO QUE NAO FUNCIONA!
28
May
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